ASLEIS DO UNIVERSO Por Dr. Raymond N. Holliwell –A LEI DO PENSAMENTO II

Isso é um poder ilimitado; seu poder de pensar é inexaurível, no entanto, não existe um em mil que esteja plenamente consciente das possibilidades de seus pensamentos. Nós somos ainda meros bebês aprendendo sobre isso. Conforme crescermos em compreensão e uso correto de nossos pensamentos, seremos capazes de banirmos nossas enfermidades e de espalhar o bem em todas as formas que nós desejarmos.
É o nosso poder de pensar que determina a nossa qualidade de vida. Sempre que alguém é capaz de pensar, ele gera um poder que viaja para lá e para cá, e esse poder emana uma radiação a qual se torna individual exatamente como ele determinar. Nossos pensamentos afetam nosso bem estar, e muitas vezes afetam a outras pessoas também. O tipo de pensamentos que nós registramos em nossa memória ou que habitualmente costumamos pensar irão atrair para nós coisas de mesma natureza.

Se pegamos um pensamento de sucesso e o mantemos na mente, os elementos desse pensamento serão atraídos, pois “semelhante atrai semelhante”. Nós estaremos mentalmente sugando as correntes universais do pensamento de sucesso, e essas correntes de pensamentos estão totalmente ao nosso redor. Nós iremos fisicamente contatar quem pensa na mesma linha de pensamento e mais cedo ou mais tarde essa mente aparecerá em nossas vidas. É por isso que pessoas com uma mente voltada para o sucesso ajudam o sucesso vir até elas. Essa é a forma pela qual uma vida de sucesso é encontrada.
A Lei da mente esta em perpétua operação, e opera em ambos os sentidos. Pessoas que mantem pensamentos de falha ou pobreza irão gravitar em direção de tais condições; eles, em retorno a seus pensamentos, irão atrair para suas vidas pessoas que aceitam a derrota e a pobreza. Por outro lado, nós podemos pensar em condições positivas, em sucesso e em plenitude, e da mesma forma, desfrutarmos de completude e plenitude. O que quer que seja que a
mente mantenha em seus pensamentos ira se manifestar em seu mundo exterior.
Alguns pensam de devemos lidar com duas forças; ou seja, para atrair o bom nós devemos nos afastar do mal, mas isso não é verdade. Por exemplo; se nós estamos com frio, nós não lidamos com o frio e com o calor para conseguirmos nos aquecer. Nós construímos um fogo, e conforme ficamos ao redor do fogo nós desfrutaremos do calor que é emitido por ele e assim nos aquecemos. Conforme nos concentramos em nos aquecer e buscamos forma para isso, o frio desaparece, pois o frio é na verdade a ausência de calor. Para nos aquecermos, nós damos toda a atenção e nossos pensamentos para aquelas coisas que criam o calor; nós ignoramos o frio e pensamos sobre o calor conseguindo assim o calor.

Prosperidade e pobreza não são duas coisas; elas são meramente dois lados de uma mesma coisa. Elas são apenas um poder, corretamente ou erroneamente usados. Nós não podemos pensar sobre plenitude e depois nos preocuparmos com condições desfavoráveis que pode aparentemente ser real. Nós pensamos sobre plenitude, e conforme pensamos nisso, a falta, que é o oposto, será absorvida e desaparecerá. Todos os nossos pensamentos devem ser mantidos em direção daquilo que desejamos para que nosso desejo seja atendido. Nossa metodologia não consiste em manipularmos dois poderes, nada de lidar com o bem e com o mal, certo ou errado, prosperidade ou pobreza, mas, conforme seguirmos a Lei do Bom e nos mantivermos relacionados com aquilo que é bom nós certamente encontraremos com tudo aquilo que é bom.


As forças da mente estão sempre criando, assim como um solo fértil.


A natureza não diferencia entre a semente de uma erva daninha e a semente de uma flor. Ela produz as causas que geram o crescimento das duas sementes da mesma forma. A mesma energia é usada em ambas, é assim que opera a mente. A mente cria tanto o que é bom quanto o que é mau. Suas ideias determinam qual deles é que é para ser criado.

Um fazendeiro que vivia em Nebraska, e que havia vindo de uma pequena fazenda da Pensilvânia alguns anos antes, nunca conseguira adaptar-se para usar o empacotador, um máquina que tritura e embala os grãos. Ele estava acostumado a moda antiga, moendo com as mão e amarrando as sacas com as mãos.
Repetidamente ele dizia para seus amigos: “Aquele moedor ainda me pega”. Ele ficava preocupado cada vez que ele ocupava o seu acento na máquina. Um dia, enquanto eu estava lá, seus cavalos dispararam com ele e ele foi arremessado sobre a esteira dentro da máquina. Assim como Jacó, seu maior medo veio visitá-lo. Levou apenas alguns anos para que fosse trazido para a realidade o grande medo que inconscientemente ele envolvia-se e aceitava.
Nossos medos podem fazer tanto para nós, que devemos ter muito cuidado com as coisas que tememos e nos preocupamos. Anos atrás, quando uma epidemia da gripe se espalhava por todo o país e muitos estavam morrendo com essa praga, um jornal publicou um artigo muito interessante. Em letras em negrito bem destacadas liase: “Não tenha medo da gripe.” Era a chamada de um artigo escrito por um doutor local, o qual explicava que o medo era o grande inimigo da humanidade, e que ele tinha a tendência de quebrar a resistência mental da pessoa e fazer dela mais suscetível às doenças.
O mundo tem percebido cada vez mais que jamais devemos manter em nossa mente pensamentos de medo, a menos que queiramos que isso venha até nós.
Seja o que for que mantivermos em nossa mente, crescerá. Por que você acha que o jardineiro preocupa-se tanto em trabalha diligentemente em seu jardim para eliminar todas as ervas daninhas todas as semanas? Porque ele sabe que se ele não limpar as ervas daninhas, elas irão tornarem-se mais fortes e resistentes e irão sufocar sua plantação. Se alguma condição nos está prejudicando, talvez uma erva daninha que precisa ser arrancada, é importante sabermos que as atuais condições são o efeito do que nós vemos; não é a verdadeira causa que nós vemos. Mergulhe profundamente em seu celeiro mental e encontre o que é a causa. Se por ventura não
formos capazes de identificarmos isso, existem outros que o são.

Depois, arranque fora essa erva daninha, substituindo-a por um tipo adequado de pensamento. Ou seja, se for medo, substitua-o por pensamentos de coragem. Se são pensamentos de doenças, substitua-os por pensamentos de saúde. Se é um pensamento limitante, substitua-o por um pensamento de plenitude. Nossos
problemas serão forçados a sair, assim que mudarmos ou trocarmos nossas tendências de pensamento. Dessa forma, conforme mudarmos nossos pensamentos que são ervas daninhas, eles irão morrer naturalmente, pois esse tipo de erva daninha morre devido a falta de cultivo.

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